Se eu disser que não choro, vou mentir
Se eu contar que tanto faz, vou me iludir
Se eu mostrar o que sinto, acredita em mim?
É você e mais ninguém
O amor que eu sonhei ir mais além
É seu tudo que eu dei
A cada verso que rimar
A cada música que cantar
Com seu sorriso eu sonhei
Não preciso mentir
Não quero te iludir
Meu amor é esse, acredita em mim.
"Se é na sutileza que reside a exuberância, busco ressonância nos ideais do amor." (Fernando Anitelli)
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
sábado, 22 de outubro de 2011
Biografia a Dois
Ele gostava dos filmes de romance, às vezes até um pouco de ação. Escrevia sobre amor e saudade, como quem ama e sente falta do ser amado. Falava pouco sobre muito e muito sobre pouco; falava como poucos.
Nos teus rodeios tinham sempre o nome dela, declamado com uma beleza tão grande quanto a entrada da mais linda primavera. Sim, ela tinha nome: Ela...
Era donzela no reino encantado dos teus sonhos; no acorde dos teus cantos; no encanto dos teus olhos...
Ele era assim, tão diferente dos que o cercavam, mas tão comum quanto o resto do mundo.
Ela era assim, tão singular na multidão, que nem mesmo o mais cego a deixaria de avistar.
Eles eram tão opostos, trilhando o mesmo caminho e escrevendo o mesmo destino.
Ele acreditava no ‘’pra sempre’’; confiava no ‘’eu te amo’’ e amava por amor, sem pensar.
Ela aceitava a vida como é; não se arrependia de fazer o que fosse; mas não tinha um grande amor.
Então, um dia ele ofereceu a ela o lado esquerdo do teu peito, a chave para o seu cofre cheio de segredos. Ele ofereceu todo o seu amor...
Ela sorriu enfim, brilhou os olhos e disse ‘’sim’’, com um silêncio repleto de emoção.
Ele sorriu também, mas, ao contrário, disse ‘’obrigado’’ e chorou. Ele descobriu que nela havia o que faltava nele.
Ele passou noites tentando entender o que acontecera aos dois, assim, pegos de surpresa. Não conseguiu...
Escreveu, cantou, desenhou, mas nada demonstrava com exatidão a felicidade ao lado dela. Ele entendeu...
Descobriu que ele era assim, um sonhador; quem buscava uma metade tão igual quanto ele mesmo.
Entendeu que ela era assim, sua metade; quem acreditava no oposto dele, tão diferente dela mesma.
Ele gostava de filmes de ação, ela de todo o seu romance.
Ele gostava de ficção, ela de toda a sua verdade.
Eles não sabiam, mas eram feitos um para o outro.
Nos teus rodeios tinham sempre o nome dela, declamado com uma beleza tão grande quanto a entrada da mais linda primavera. Sim, ela tinha nome: Ela...
Era donzela no reino encantado dos teus sonhos; no acorde dos teus cantos; no encanto dos teus olhos...
Ele era assim, tão diferente dos que o cercavam, mas tão comum quanto o resto do mundo.
Ela era assim, tão singular na multidão, que nem mesmo o mais cego a deixaria de avistar.
Eles eram tão opostos, trilhando o mesmo caminho e escrevendo o mesmo destino.
Ele acreditava no ‘’pra sempre’’; confiava no ‘’eu te amo’’ e amava por amor, sem pensar.
Ela aceitava a vida como é; não se arrependia de fazer o que fosse; mas não tinha um grande amor.
Então, um dia ele ofereceu a ela o lado esquerdo do teu peito, a chave para o seu cofre cheio de segredos. Ele ofereceu todo o seu amor...
Ela sorriu enfim, brilhou os olhos e disse ‘’sim’’, com um silêncio repleto de emoção.
Ele sorriu também, mas, ao contrário, disse ‘’obrigado’’ e chorou. Ele descobriu que nela havia o que faltava nele.
Ele passou noites tentando entender o que acontecera aos dois, assim, pegos de surpresa. Não conseguiu...
Escreveu, cantou, desenhou, mas nada demonstrava com exatidão a felicidade ao lado dela. Ele entendeu...
Descobriu que ele era assim, um sonhador; quem buscava uma metade tão igual quanto ele mesmo.
Entendeu que ela era assim, sua metade; quem acreditava no oposto dele, tão diferente dela mesma.
Ele gostava de filmes de ação, ela de todo o seu romance.
Ele gostava de ficção, ela de toda a sua verdade.
Eles não sabiam, mas eram feitos um para o outro.
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